MAUS TRATOS AOS ANIMAIS


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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O direito natural



Segundo Hobbes, todo homem é livre para usar o que quiser em benefício próprio, para  que sobreviva pelo tempo que a natureza lhe determinou. Esse é o direito natural atribuído a cada homem durante sua existência. Esse direito, se seguido de forma individual, prejudica o seu semelhante, pois, se tudo me é permitido, também o é ao meu semelhante, o que resulta em conflito.
Surgem, então, as leis naturais, de forma a estabelecer o equilíbrio, ora permitindo, ora impedindo, de forma que não venha prejudicar o próprio homem: “O meu direito termina onde começa o seu”. É uma forma que o homem encontrou de não ser prejudicado mais na frente, pois, se a ele tudo é permitido, certamente ao seu semelhante também. A lei procura estabelecer a paz.
Dessa forma, temos que o direito natural do homem resulta em leis e quando isso não acontece, ele vive em constante estado de guerra.
Mesmo que esse direito seja ditado pela razão, isso não é garantia de paz, pois todo o homem tem que estar disposto a procurar por ela, pronto a renunciar, um em favor do outro. O homem renuncia a certos poderes, pois controlando seus atos, certamente seus semelhantes controlarão também, estabelecendo uma espécie de regra para o bem comum  porém, ele nunca tem certeza de que o seu semelhante vá fazer, por isso confia nas leis e nos aplicadores dessas leis, para que elas aconteçam de fato.
Essa permuta é que se denomina contrato, um cede, o outro cede e é estabelecido dessa forma. Quando se renuncia em favor de alguém por mera afeição ou segundas intenções, ou seja, esperando por retribuições, não é considerado contrato.

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